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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Sintomas clássicos da paixão têm explicação hormonal, diz médico

A explicação da paixão vai muito além da bioquímica. Envolve gostos, cheiros, memórias e sensações particulares. Mas os sinais típicos desse sentimento, como palpitação, frio na barriga, suor, brilho nos olhos, leveza e perda de fome e sono, também têm uma base hormonal.

Glândulas e neurotransmissores são responsáveis pelas mudanças do corpo e da mente nessa fase.



Segundo Halpern, a paixão é uma união química, que só ocorre quando se trata de uma via de mão dupla, ou seja, há reciprocidade. Ela faz bem para a alma, o coração e a saúde em geral – mas, quando acontece o afastamento, pode vir a depressão, porque existe uma dependência provocada pela dopamina. Esses sintomas duram de 1 ano e meio a 3 anos, que é o tempo em geral, sob o ponto de vista biológico, de os indivíduos casarem e terem filhos.

A maioria das pessoas conhece o grande amor da vida no trabalho, na escola ou na academia – locais que os dois já frequentavam. E a chance de um relacionamento dar certo depende também se o casal tinha uma amizade anterior, com identificações e afinidades percebidas previamente ao envolvimento amoroso.

Há também quem se conheça inesperadamente, no trânsito, no supermercado ou pela internet. Mas o campeão de encontros e parcerias é mesmo o ambiente profissional. E alguns dizem que o rendimento é maior nesse caso, porque o outro serve de inspiração no dia a dia.

Na opinião do dr. Ailton, para que a paixão nasça, é necessário que haja admiração, idealização e esperança de ser correspondido. Um dia, porém, ela acaba, e o sentimento pelo companheiro se solidifica e vira amor. Ou, então, ela começa por outra pessoa.

Segundo o psicólogo, para se relacionar, é importante oferecer sempre mais coisas boas que ruins. Pode ser uma comida, uma conversa, a celebração de uma data ou sexo. A unidade entre os dois é fundamental, mas a individualidade não pode deixar de existir.

A internet pode ser uma forma eficiente de aproximação, principalmente para os mais tímidos, mas é preciso saber escrever a palavra certa para o alvo certo. Muitas vezes, a paixão do mundo virtual desaparece após um clique, já que a realidade é bem diferente e, ao vivo, as máscaras caem e cada um se mostra como realmente é.

Para ajudar pacientes com o coração partido, o dr. Ailton "baixa a bola" do parceiro, fazendo com que a pessoa veja quem ele é de verdade, não idealizado nem demonizado.

Fonte: Globo | Bem Estar

Especialistas explicam sintomas e tratamento da síndrome do pânico

Uma situação desesperadora em que a pessoa sente tontura, falta de ar, taquicardia, medo e suor frio – entre vários outros sintomas. Essa tensão toda, se for recorrente e diagnosticada por um médico, é chamada de síndrome do pânico, que pode ser provocada por um episódio de limite ou desafio, em que o indivíduo tem dificuldade de “dominar” o ambiente em que vive.

Durante as crises, que duram até meia hora (com picos entre 5 e 10 minutos) e são três vezes mais comuns em mulheres, o cérebro envia sinais para o corpo fugir ou lutar – mas esse alarme está desregulado. Pode ser no meio de uma multidão, no engarrafamento, metrô, elevador, shopping, supermercado ou na fila do banco.

O humor, nesse período, parece uma montanha-russa: os picos de ansiedade, pressão e respiração atingem, depois, um estado de exaustão e sonolência, como se fosse o fim de uma guerra.



Essa mudança brusca e completa do metabolismo, em que a vítima demonstra uma reação desproporcional – como se estivesse diante de uma ameaça real –, causa um aumento tão grande da pressão arterial, que a pessoa muitas vezes acha que está tendo um infarto e vai morrer. Mas, segundo Kalil, o risco cardíaco é mínimo se o paciente for diagnosticado corretamente.

A primeira manifestação pode ser desencadeada por algum acontecimento traumático ou estressante, que desestabiliza o indivíduo – mas isso não é regra.

Nas ruas de São Paulo, a repórter Marina Araújo foi conhecer a história de alguns portadores de síndrome do pânico, como a secretária Vanessa Grandolpho Lopes e o bancário João Paulo de Souza. Eles tentam controlar as crises, entender a doença e recuperar o controle de si. Vanessa recorre a exercícios de respiração, terapias alternativas e remédios para vencer o medo.

É importante destacar que ter um ataque de pânico ou uma crise específica não caracteriza a síndrome. Antes de procurar um médico específico (cardiologista ou psiquiatra), observe seus sintomas com atenção. Se você estiver passando por um ataque de pânico ou ver alguém em um, procure se acalmar e tranquilizar a pessoa, além de ter consciência de que a situação tem prazo de validade.

Segundo o psiquiatra Figueira de Mello, as crises também podem incluir fraqueza, desorientação e lesão de memória a longo prazo. Além disso, às vezes elas estão associadas a depressão e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), que ocorrem paralelamente, sem relação de causa e efeito. Nesse momento, respirar devagar pode ajudar, principalmente com a ajuda de um saquinho de papel.

O especialista ressaltou, ainda, que sentir medo é necessário, pois se trata de uma proteção da vida que contribui para a evolução da espécie. Mas, quando se torna doença, tem controle – apesar de a cura total ser mais difícil de obter.

Frequência cardíaca
Um coração normal bate de 50 a 100 vezes por minuto. Quando a criança nasce, fica acima de 150 batimentos; no adulto gira em torno de 180 e, no idoso, de 60 a 70.

Quando o músculo cardíaco bate mais de 100 vezes por minuto, ocorre a taquicardia. Se for abaixo desse nível, chama-se bradicardia. Segundo Kalil, um coração acelerado constantemente pode ser sinal de várias doenças, como hipertireoidismo, diabetes, febres infecciosas, fibrilação atrial (o coração se desregula e bate como um telégrafo), insuficiência cardíaca e arritmias.

Já em um atleta ou esportista, a bradicardia pode ser apenas uma adaptação fisiológica. Se não for nada relacionado com a atividade física, pode ser algum problema no sistema elétrico do coração, como a doença de Chagas ou a doença do nó sinusal, que é como se a bateria do coração "descarregasse".

Fonte: Globo | Bem Estar

Aprenda a pular corda e perder peso de forma saudável e permanente

Emagrecer sem remédios ou cirurgia não é tarefa fácil, principalmente para as mulheres. Exige a união de três fatores: reeducação alimentar, exercícios e força de vontade. Mas é possível, sim, perder peso de forma saudável: bastam empenho e persistência.



Segundo Halpern, semanas ou meses depois de o corpo começar a se movimentar, pode ser desencadeado um "vício" em endorfina. É algo normal, que faz bem e ajuda a manter a vontade de fazer atividade e frequentar uma academia, por exemplo. Na opinião do médico, Alexandre ainda não "tomou gosto" pela endorfina.

Além disso, em cirurgias bariátricas, os hormônios do estômago são alterados, o que afeta a sensação ao ingerir determinados alimentos. Por isso, há o desejo específico por alguns que antes eram "normais" e a rejeição a outros que eram adorados.

Alexandre também contou como foi sua viagem aos Estados Unidos e o que fez para controlar a vontade de sair da linha no país do fast food. Ele até tentou tomar refrigerante, com autorização da nutricionista, mas passou mal e voltou a beber água.

De acordo com Halpern, essa sensação pode ser chamada de "dumping": é como se o refrigerante tivesse passado muito rápido para o estômago e fosse direto para o intestino, o que causou uma sensação ruim. Uma comida muito energética ou rica em carboidratos e gorduras também provoca essa reação.

Ainda na série Pensando Leve, a manicure Alexandra Silvério disse que tem ido à academia três vezes por semana e está levando a nova rotina a sério. Atualmente, ela caminha meia hora na esteira, pedala 25 minutos na bicicleta e faz mais 20 minutos de musculação. Para terminar, um alongamento.

E não é só resistência que Alexandra está ganhando: aos poucos, ela adquire convicção de que não precisa tomar moderadores de apetite para emagrecer. E também de que tem controle sobre a própria mente.

O endocrinologista do Bem Estar, porém, citou estudos que mostram que pessoas com obesidade grave não conseguem perder peso sozinhas, sem o auxílio de medicamentos ou cirurgia. "Remédios não são vilões nem demônios", disse Halpern.

A questão sobre a possível proibição do moderador de apetite sibutramina no Brasil também foi levantada, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou uma nota em resposta. Segundo a Anvisa, esses medicamentos oferecem sérios riscos à saúde, que superam os benefícios. A decisão ainda está sendo analisada por uma comissão colegiada.

Fonte: Globo | Bem Estar

Especialistas explicam as diferenças entre alimentos diet, light e zero

Produtos light, diet e zero costumam causar confusão na hora da compra. E as opções aumentam a cada dia. Afinal, qual deles não contém açúcar, gordura e ajuda a emagrecer? O que é mais indicado para cada caso? Muitas pessoas não sabem, mas alguns alimentos light ou diet podem ser tão ou mais calóricos que os normais.



Segundo uma nutricionista, é fundamental prestar atenção nos rótulos e nas porções consumidas. E um mesmo produto pode ser light, diet e zero, já que uma categoria não exclui a outra. Por isso, deve-se verificar qual é o ingrediente que está tornando determinado alimento reduzido ou ausente de algo.

Os itens light apresentam uma diminuição de 25% em algum componente se comparado com o original. Podem ser calorias, açúcares, gorduras, sódio ou outros nutrientes. Na pipoca light, por exemplo, a diferença de calorias, gorduras e carboidratos é pequena. A margarina tem menos da metade das gorduras e calorias que a normal. Já o sorvete light é feito com menos carboidratos e quase metade das calorias, porém concentra mais que o dobro de sódio.

Alimentos zero são os que contêm uma quantidade não significativa de algum item em relação ao tradicional. O refrigerante light ou zero tem zero caloria, mas a quantidade de sódio é maior.

O diet, por sua vez, é recomendado para dietas especiais, como a de pacientes diabéticos. Costuma ter menos carboidrato, açúcar, gordura ou sódio. Entre o chocolate light e diet, por exemplo, a diferença é pequena: o diet contém mais gordura e carboidrato que o normal, e pode ser mais calórico. Já o zero não tem açúcar nem lactose, além de menos calorias e carboidratos.

Segundo Halpern, 1 grama de gordura concentra 9 calorias, contra 4 calorias em 1 grama de carboidrato. O especialista também recomendou conferir sempre o valor energético dos produtos e não exagerar, pois aí os benefícios se perdem e pode haver o efeito contrário.

Fonte: Globo | Bem Estar

Anemia atinge mais mulheres e crianças menores de 2 anos

O maior problema de nutrição do Brasil é a falta de ferro, uma deficiência que pode ser facilmente solucionada, com a ingestão de alimentos ricos nesse nutriente. Sem ele, as crianças podem desenvolver anemia e ter dificuldade de crescimento e aprendizado, entre outros prejuízos.

A pesquisa oficial mais recente feita no país mostra que 20% das crianças (sobretudo menores de 2 anos) e 29% das mulheres têm o problema. No caso delas, é por causa da menstruação e da gravidez, período em que o bebê suga muito ferro da mãe. Por isso, as gestantes precisam até três vezes mais dessa substância que as pessoas em geral.

Essa forma de desnutrição mais silenciosa também está associada a doenças na vida adulta. E o tratamento pode levar de 1 a 3 meses.



A fraqueza generalizada causada pela anemia ocorre porque, sem o ferro, as células vermelhas do sangue (hemácias) não "conversam" com o oxigênio que deve ser distribuído pelo corpo. Cada uma das 28 bilhões de hemácias que circulam no organismo carrega 1 bilhão de moléculas de oxigênio. E 2 milhões são produzidas a cada segundo.

Entre os sintomas da anemia, estão: fadiga generalizada, falta de apetite, menor disposição para o trabalho, desânimo, palidez da pele, da palma da mão e das mucosas (como olhos e gengiva) e dificuldade de aprendizagem em crianças. Quem tem suspeita da doença deve fazer um exame de sangue, disponível em toda a rede pública.

No Brasil, é comum as farinhas de trigo e milho receberem ferro para suprir essa necessidade. Outra dica é consumir frutas cítricas, como laranja e limão, que não contêm ferro, mas são ricas em ácido ascórbico, substância que melhora a absorção desse nutriente em outros alimentos.

O leite de vaca não é fonte de ferro, a não ser que seja adicionado industrialmente, mas o leite materno, sim. E quem não gosta de comer feijão pode substituí-lo por carnes (vermelhas e brancas) e verduras de folhas escuras. Segundo ama nutricionista, não há comprovação científica de que acrescentar um prego no cozimento adicione ferro à dieta.

Dietas radicais afetam a saúde e não mantêm peso, dizem especialistas

Quem nunca quis emagrecer rápido para entrar em um vestido, ir a uma festa ou ficar bem de biquíni ou sunga no verão? Para perder peso de forma meteórica, algumas pessoas apelam para a dieta da Lua (líquida), do abacaxi, das proteínas. Vale até beber água morna ou limão em jejum – o que não faz nenhuma diferença e, no segundo caso, pode até desencadear uma gastrite ou úlcera. Esses regimes levam embora vários quilos, mas também a saúde de quem os faz. E, assim que terminam, o peso volta ao estágio inicial, ou até além desse patamar.



A falta de nutrientes em decorrência da privação alimentar também pode causar fraqueza e cansaço, entre outros sintomas. Por isso, os especialistas recomendaram que quem quer emagrecer passe por uma reeducação, incluindo mais refeições por dia e porções equilibradas.

O dr. Halpern também comentou sobre a dieta dos pontos criada por ele. O método consiste na contagem de calorias: cada alimento tem uma determinada quantidade de pontos e pode ser substituído por outros equivalentes. A meta é não ultrapassar o limite diário.

Dois pratos saudáveis, coloridos e gostosos, segundo o endocrinologista, são: arroz com feijão, bife de coxão mole (ou peito de frango) e legumes/verduras (como espinafre, couve, tomate, palmito, etc); e sardinha grelhada (ou salmão) e salada.

De acordo com o consultor do programa, não deve haver alimento proibido, mas sim controle. O mais importante é comer fracionadamente, várias vezes por dia, e de tudo um pouco. Com o tempo, o corpo adquire memória sobre o peso e a quantidade de gordura.

Halpern destacou que as proteínas dão uma maior sensação de saciedade que os carboidratos, e estes satisfazem mais que as gorduras. Um estudo citado por ele revela que peixes, pipoca e batata são alimentos que aumentam a saciedade. Chás (branco, verde, amarelo, vermelho e preto), pimenta, gengibre, curry e cafeína são alimentos que aceleram o metabolismo.

O médico disse, ainda, que, quanto mais gorda for uma pessoa, mais peso ela pode perder em um curto espaço de tempo. Homens também são mais propensos ao emagrecimento.

Pensando Leve

Na série, a manicure Alexandra Silvério foi à feira e contou que tem substituído as sobremesas por frutas e doces menos calóricos. O nutrólogo Eric Slywitch continua acompanhando a tentativa dela de perder peso de forma saudável.

Segundo o médico, ela pode variar os tipos de grãos, como feijão preto, carioca, branco, fradinho, lentilha, ervilha e grão-de-bico. Alexandra precisa de mais nutrientes e menos calorias. Variar nos alimentos é fundamental, para não sair da linha nem cair na tentação de comer doces.

O dr. Eric também explicou que a gordura do abacate é como a do azeite: boa para a saúde, mas deve ser usada com moderação. Uma colher de sopa junto com outras frutas é o ideal. Se ele for ingerido com banana ou mamão, não precisa adicionar açúcar.

Nutricionistas sugerem o que comer antes, durante e depois do exercício

Fazer exercício é sempre bom, mas, para torná-lo ainda mais adequado aos objetivos de cada pessoa, é preciso prestar atenção no que comer antes e depois. Se a atividade for intensa e durar mais de uma hora, é recomendado também tomar algo durante a prática.



Comer antes do exercício não faz nenhum mal, desde que não se abuse da quantidade. Quem passa do limite pode engordar e se sentir mal, pois a digestão fica mais difícil. Mastigar bem e comer devagar ajuda a processar os alimentos e melhorar o desempenho.

Quando alguém ingere algo após a primeira hora de movimentos, repõe 60% da energia gasta. Depois de 24 horas, tudo volta ao normal. Caso a atividade seja muito exaustiva, no dia seguinte é indicado comer a cada 2 horas.

Durante o exercício, deve-se tomar água e, depois dele, é importante consumir carboidratos, que são uma fonte de energia. Já a proteína é necessária para manter o corpo forte. Às vezes, o indivíduo que se movimentou demais não sente fome, pois se desidratou e teve a temperatura do corpo muito elevada, segundo uma nutricionista.

Ela destacou também que quem se exercita pela manhã, em jejum, pode sofrer um estresse maior e perder mais massa muscular.

Luteína

É uma proteína presente no milho e em outros alimentos de coloração amarela ou verde, como espinafre, brócolis, tomate, laranja e cenoura. Tem ação antioxidante, hidrata e protege a pele. Também pode ser útil no tratamento de degeneração da visão.

Recomenda-se a ingestão diária de 2 a 4 mg de luteína, ou seja, de 4 a 7 porções de frutas e hortaliças.

Fonte: Globo | Bem Estar

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